domingo, 20 de Dezembro de 2009

Gripe A

PhotobucketMeninas hoje o post é sobre um assunto muito falado nos ultimos tempos e que muito nos preocupa,a mim mais que nunca porque o meu filhote tem a gripe A neste momento e está de quarentena.Espero tirar as vossas dúvidas com estas informações visto terem sido importantissímas para mim faço questão de partilha-las com vocês.Beijinhos Kidas



O que é gripe A?


Trata-se de uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus da gripe de tipo A. A taxa de mortalidade é, até à data, baixa e a doença demora entre 7 e 10 dias a desaparecer. Actualmente, há três subtipos: H1N1, H1N2 e H3N2. O surto, que surgiu em Abril de 2009 no México e nos Estados Unidos e se tem disseminado pelo Mundo, é causado por uma variante do H1N1.


Como se transmite?


Pode ser transmitido entre humanos. Contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da gripe. Entre humanos, a gripe A transmite-se como a gripe sazonal, através da tosse e espirros. O contágio pode também ocorrer ao tocar em objectos contaminados com o vírus e levar as mãos à boca ou nariz. Não se transmite pelo consumo de carne de porco ou seus derivados (por exemplo, chouriço). As elevadas temperaturas de cozedura eliminam o vírus.


Quais os sintomas?


São semelhantes aos da gripe sazonal, ou seja, febre, dores no corpo e de cabeça, dificuldades respiratórias, como tosse, espirros e nariz a pingar. Por vezes, causa perda de apetite, náuseas, vómitos e diarreia.


O que fazer se suspeitar que contraiu o vírus da gripe A?


Antes de se dirigir a um serviço de saúde, ligue de imediato para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) e siga as instruções. Esta encaminha o utente para os serviços adequados, de modo a salvaguardar a sua saúde e evitar o risco de contágio da infecção.


Como se diagnostica?


Qualquer centro de saúde ou hospital está apto a tratar casos suspeitos de gripe A. O diagnóstico é feito pela análise das secreções respiratórias ou sangue, mas apenas quando se justifica e não em todos os casos suspeitos como era habitual.


Qual o tratamento?


Tal como a gripe sazonal, a gripe A trata-se com analgésicos, repouso e muitos líquidos. Nalguns casos, os médicos podem prescrever antivíricos (Tamiflu ou Relenza). A maioria dos pacientes restabelece-se sem necessidade desses medicamentos. De nada serve tomar antibióticos, pois não têm efeito sobre o vírus. A vacina da gripe normal também não protege. Quem teve gripe A fica protegido contra o vírus e pode cuidar de alguém doente sem riscos.


Os antivíricos podem ser usados de forma preventiva?


Estes medicamentos podem ser usados como prevenção, se teve contacto próximo com alguém infectado. Contudo, deve falar primeiro com um médico, já que podem surgir efeitos secundários não negligenciáveis, além de o uso indiscriminado poder criar resistências ao mesmo pelo vírus. Em caso de necessidade, os hospitais têm reservas significativas de antivíricos.

Os medicamentos vendidos pela Net são desaconselhados, até porque nem sempre há garantias quanto à sua origem e qualidade.


Quem deve ser vacinado?


A vacina contra a gripe pandémica começou a ser administrada no País em Outubro. Desde então, foram vacinadas 96 mil pessoas. Os grupos prioritários incluem profissionais de saúde, grávidas no segundo e terceiro trimestre de gravidez com patologias associadas e detentores de funções consideradas essenciais, como funcionários de empresas de gás, electricidade, comunicações, segurança, saneamento e também da comunicação social, assim como titulares de órgãos de soberania.

No início de Novembro, teve início a vacinação de grávidas saudáveis no segundo e terceiro trimestre da gravidez. E, no dia 16 de Novembro, a campanha foi alargada ao grupo B, com prioridade para crianças entre 6 meses e 2 anos. A vacinação das crianças tem tido uma boa adesão, com 8 mil doses administradas em pouco mais de uma semana. Os doentes crónicos, com doença cardíaca, respiratória, imunodeprimidos, obesos e diabéticos, estão também incluídos nesta fase de vacinação.

A Agência Europeia do Medicamento (EMEA) e o INFARMED informam que devem ser administradas duas doses às crianças até aos 10 anos e aos doentes imunodeprimidos, com intervalo mínimo de 4 semanas. Aos restantes grupos (maiores de 10 anos e grávidas), uma dose da vacina é suficiente.

A vacina é administrada gratuitamente e apenas sob indicação do médico do SNS ou privado, que orientará o utente para uma unidade de saúde pública.


A vacina é segura?


Depois de a Organização Mundial de Saúde identificar a nova estirpe de vírus A(H1N1)v, as farmacêuticas converteram uma vacina pré-existente e substituíram a estirpe H5N1 pela H1N1. A Focetria (Novartis), a Pandemrix (GlaxoSmithKline) e a Celvapan (Baxter) são as vacinas actualmente disponíveis. Em Portugal, optou-se pela Pandemrix.

Segundo a experiência com vacinas de gripe sazonal, a inserção de uma nova estirpe na vacina não altera muito a eficácia ou o risco de efeitos secundários. O Comité de Medicamentos para Uso Humano da Agência Europeia de Medicamentos reconhece a sua qualidade e segurança. As vacinas são ferramentas importantes no combate a uma pandemia de gripe e reduzem os casos de doença e morte.

O Infarmed, autoridade nacional do medicamento e produtos de saúde, informa que a Agência Europeia do Medicamento (EMEA) analisou os dados mais recentes sobre as vacinas contra a gripe pandémica H1N1, aprovadas por aquela agência (Celvapan, Focetria e Pandemrix) e conclui que o perfil benefício/risco mantém-se positivo. Estas autoridades continuam a monitorizar a segurança das vacinas contra a gripe pandémica H1N1.

Até ao momento, os efeitos adversos reportados são, na sua maioria, ligeiros (febre, náuseas, cefaleias, reacções alérgicas) e confirmam a segurança esperada.


Como evitar o contágio?


Perante sintomas gripais, evite a transmissão de microrganismos:

•lave frequentemente as mãos durante, pelo menos, 20 segundos, com água e sabão, sobretudo depois de espirrar ou tossir;
•cubra a boca e nariz quando espirrar ou tossir, de preferência, com um lenço de papel;
•evite levar as mãos aos olhos, boca e nariz;
•utilize lenços de papel e deite-os fora, em sacos de plástico fechados;
•limpe superfícies sujeitas a contacto manual (como maçanetas das portas) com um produto de limpeza comum;
•se estiver num país onde existe um surto, evite locais com grande afluência, como centros comerciais, e o contacto com doentes. Ligue para as linhas telefónicas de aconselhamento ou dirija-se aos serviços de saúde locais, se tiver febre alta e sintomas gripais (tosse seca, dores no corpo e de cabeça, falta de ar, vómitos e diarreia).

Qual a melhor forma de lavar as mãos?


A medida mais eficaz é lavar com água e sabão durante, pelo menos, 20 segundos. Faça-o com regularidade, sobretudo antes e depois das refeições ou manusear alimentos, após ir à casa de banho, tossir, espirrar, assoar o nariz ou mexer em lenços usados, ao iniciar e terminar o dia de trabalho e ao chegar a casa. Quando não for possível e desde que as mãos não estejam visivelmente sujas, pode usar uma solução desinfectante.


Devo desinfectar regularmente as mãos com produtos à base de álcool?


Em casa, é suficiente manter a higiene das mãos com água e sabão. Na rua, se não encontrar um local para lavar as mãos e desde que não estejam visivelmente sujas, pode usar toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, à venda nas farmácias e supermercados.

Para ser eficaz, o produto deve conter acima de 60% de álcool. Regra geral, os géis são menos eficazes do que os sprays, devido à menor capacidade em libertar esta substância. Ou seja, para um gel ter a mesma eficácia de um spray, deve conter mais álcool. Muitos toalhetes impregnados com álcool não são recomendados, devido à baixa concentração.

Com as mãos secas, retire a quantidade suficiente, aplique na palma e esfregue para cobrir toda a superfície das mãos e dedos, até evaporar.

Evite o uso desnecessário de soluções à base de álcool: secam a pele e podem provocar reacções alérgicas ou sensibilidade cutânea. Mantenha estes produtos longe das crianças e não as deixe aplicar sem a sua vigilância.


Como tratar um doente?


O doente deve ficar num quarto isolado durante 7 dias, com uma casa de banho exclusiva, de preferência, sem receber visitas. Caso tenha de sair para ir ao médico, por exemplo, deve usar máscara. Quando tossir, cubra a boca com um lenço de papel e deite-o fora, fechado num saco de plástico.

Quem trata do doente deve evitar o contacto próximo. Se não for possível, por ser uma criança pequena, use máscara e lave bem as mãos após o contacto.

Não partilhe toalhas de banho, pratos, copos e talheres. As toalhas e lençóis devem ser lavados a elevadas temperaturas. Limpe e areje diariamente o quarto e a casa de banho. Coloque os panos ou toalhetes de limpeza no lixo.


É preciso baixa médica?


Os doentes com gripe A – confirmada por diagnóstico clínico ou teste laboratorial – já não precisam de ir ao centro de saúde para pedir baixa médica.

Segundo os ministérios do Trabalho e da Saúde, os médicos do sector privado, das urgências e da medicina do trabalho podem assinar certificados de incapacidade temporária. A segurança social paga 65% do salário bruto a partir do quarto dia de baixa, inclusive.

Ainda está em discussão a possibilidade de as crianças que estiveram doentes poderem regressar à escola sem um atestado médico. A proposta é de que o documento seja substituído por uma declaração de compromisso dos pais dos alunos.


Quais as máscaras de protecção mais adequadas?


Se lhe recomendaram uma máscara para a gripe A, a mais indicada é a cirúrgica impermeável, à venda nas farmácias, segundo a Direcção-Geral da Saúde.

Quando usar, certifique-se de que a boca e o nariz ficam bem tapados. Ajuste a protecção ao osso deste, às faces e sob o queixo. Substitua-a se houver resistência respiratória, humidade na zona exterior ou apresentem sinais de deterioração. Deite-as no lixo, num saco de plástico fechado.

Nos supermercados e lojas de bricolagem, encontra outras máscaras para salvaguardar as vias respiratórias. As protecções de índice médio, identificado pela sigla FFP2 (€ 7, por 12 unidades), podem ser usadas em caso de gripe, mas são mais caras do que as cirúrgicas (€ 7, por 50 unidades). Estão ainda indicadas para quem se expõe a substâncias tóxicas ou irritantes, como solventes, resinas ou tintas e poeira de cimento, betão ou gesso.

Na compra, preste atenção à rotulagem. Além do factor de protecção, deve incluir o nome, morada do fabricante, data de validade, indicações e modo de utilização. É imperativo apresentar toda a informação em português.


O que deve fazer quem regressa de uma zona afectada?


A Direcção-Geral da Saúde recomenda a monitorização do estado de saúde durante 7 a 10 dias após o regresso, mas apenas se esteve em contacto com um doente. Em caso de sintomas gripais, nos 7 a 10 dias após o regresso, deve ficar em casa e evitar contacto como outras pessoas. Logo que possível, ligue para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24): um técnico de saúde irá fazer-lhe algumas perguntas para perceber se pode tratar-se de gripe H1N1 e, nesse caso, orientá-lo para os serviços competentes.


Como explicar a situação às crianças?


As notícias alarmantes podem gerar muitas dúvidas e ansiedade nas crianças. Deixe-as expressar-se sobre o assunto e responda às perguntas de forma clara e simples. Refira que estão seguras em casa e na escola: os adultos sabem o que fazer e tratarão delas se adoecerem. Explique alguns cuidados: lavar muitas vezes as mãos com água e sabão e não levar as mãos aos olhos, boca e nariz. Mostre-lhes a importância de dormir, comer bem e fazer exercício físico para ser saudável. Procure manter as rotinas do seu filho, evite ver constantemente as notícias na televisão e na Net sobre o assunto e expô-lo a eventuais comentários alarmistas entre adultos.


Quais as medidas nas escolas?


O ambiente escolar preocupa sobretudo pelo risco de contágio e propagação rápida do vírus. Foram criadas salas de isolamento nas escolas, para onde são encaminhados alunos e profissionais com mais de 38ºC de febre e sintomas gripais até que alguém os venha buscar. Conhecer as manifestações da doença, formas de transmissão e medidas para evitar o contágio são as principais armas de combate.

As medidas gerais de higiene, pessoais e do ambiente escolar são muito importantes para evitar a propagação da doença. Os professores devem ensinar os alunos a lavar frequemente as mãos, a cobrir a boca com lenço de papel quando tossem ou espirram, a evitar beijos, abraços e apertos de mão e a mexer nos olhos, nariz ou boca, se as mãos não estiverem lavadas.

A escola deve facilitar o acesso a lenços de papel e fornecer sabão líquido e toalhetes de papel nas casas de banho para secar as mãos. Nos locais onde não seja possível lavar as mãos, deve disponibilizar soluções de base alcoólica. As superfícies em contacto frequente com mãos (por exemplo, puxadores, mesas, teclados e ratos de computadores) devem ser limpos regularmente com detergente habitual, já que o vírus pode permanecer activo várias horas em objectos contaminados. Os locais fechados como salas de aula, corredores e casas de banho devem ser arejados quando possível.

Os cuidados de higiene devem ser redobrados nas creches, jardins-de-infância e no início do ensino básico, já que é mais difícil controlar as boas práticas de higiene das crianças. Os brinquedos e objectos que as crianças levam à boca devem ser limpos com maior regularidade com detergente, sendo passados por água, para evitar a ingestão de substâncias tóxicas.

Foram criadas linhas telefónicas para articular as Administrações Regionais de Saúde e as Direcções Regionais de Educação e colocar os directores em contacto com médicos de saúde pública, para esclarecer eventuais dúvidas.

A todos, pede-se uma atitude vigilante e responsável. Perante uma criança com febre ou sintomas gripais, os pais devem ligar para a linha Saúde 24 (808 24 24 24). Não deve ir à escola e evitar locais públicos até que o médico esclareça sobre o seu estado de saúde. Para sair de casa, deverá usar uma máscara descartável.

O encerramento da escola apenas se colocará perante um risco real de propagação da doença, após diagnóstico confirmado em funcionários e alunos. Esta decisão cabe aos serviços de saúde locais.


Que cuidados devem ter as grávidas?


Embora não tenham maiores probabilidades de contrair gripe A, as grávidas podem sofrer complicações mais graves, como acontece com a gripe sazonal. São, por isso, prioritárias na toma da vacina.

Se estiver grávida, aposte na prevenção e siga os conselhos para evitar a propagação do vírus:

•cubra o nariz e a boca com um lenço de papel sempre que tossir, espirrar ou alguém o fizer perto de si. Depois, deite o lenço no lixo;
•lave frequentemente as mãos com água quente e sabão, durante 40 a 60 segundos, especialmente após espirrar ou tossir. Se utilizar um gel para as mãos à base de álcool, não adicione água e espalhe-o até evaporar ou secar;
•em ambientes muito movimentados, evite tocar nos olhos, nariz e boca, antes de lavar as mãos, pois o vírus também se propaga deste modo;
•reduza as suas saídas e evite o contacto com pessoas doentes;
•se for aconselhado, use correctamente uma máscara facial quando contactar com um doente.
Se esteve próximo de alguém infectado ou em tratamento por exposição ao vírus da gripe A, contacte a Linha Saúde 24 pelo 808 24 24 24 e esclareça se precisa de tratamento para reduzir as hipóteses de adoecer. Preste atenção especial ao seu corpo e ao que está a sentir (ver Quais os sintomas?). Se sentir sintomas ligeiros de gripe, permaneça em casa e limite o contacto com outras pessoas.

No tratamento da gripe, é muito importante manter a temperatura nos valores normais. Durante a gravidez, só deve tomar medicamentos com prescrição e aconselhamento do médico. O Paracetamol é o mais indicado (1gr em cada 8 horas). Beba água ou outros líquidos em abundância. Os antivirais, como o Tamiflu ou Relenza, também só podem ser tomados com prescrição médica. Se tiver dúvidas, contacte a Linha Saúde 24 pelo 808 24 24 24.


Como proteger os bebés?


Lave frequentemente as mãos com água e sabão, durante 40 a 60 segundos, ou com uma solução alcoólica. Mantenha o bebé afastado de pessoas doentes ou áreas afectadas. Limite a troca de brinquedos com outras crianças, sobretudo se os levam à boca. Neste caso, lave-os com água e sabão.

Se ainda amamentar e o bebé ficar doente, ofereça-lhe a mama com maior frequência, pois terá maior necessidade de líquidos. O leite materno é mais rico do que a água, sumo ou soluções de reposição hidroelectrolítica. Além disso, ajuda a proteger o sistema imunitário. Se o bebé estiver tão doente que não consegue mamar, dê o seu leite por copo, biberão, seringa ou conta-gotas.


Se estiver infectada com o vírus, posso amamentar?


Sim. Como as mães produzem anticorpos para combater as infecções, o seu leite é adequado para neutralizá-las no bebé. O aleitamento também ajuda a desenvolver a capacidade do bebé para se defender de infecções respiratórias. Durante o período de contágio, extraia o seu leite e peça a uma pessoa ou familiar não doente para dá-lo ao bebé.
Se não tiver alguém para cuidar ou alimentar o seu bebé, siga os conselhos:

•evite tossir ou espirrar a menos de 1 metro do bebé ou para a sua face;
•proteja o nariz e a boca com um lenço quando tosse ou espirra e lave sempre as mãos depois;
•utilize a máscara quando cuida do bebé e substitua-a quando estiver húmida;
•para retirar a máscara, toque apenas nos atilhos ou elásticos e não na frente (caso contrário, deve desinfectar cuidadosamente as mãos antes de tocar no bebé).
Mesmo a tomar medicamentos para prevenir ou tratar a gripe, não pare de amamentar, pois aqueles não têm contra-indicações.


Última actualização em Dezembro de 2009










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quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Natal de Esperança

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Natal de Esperança

Nesta altura de Natal,
Não devemos esquecer
Dar um gesto de amizade,
Aos que estão a sofrer.

Quer seja no hospital,
Ou esteja em casa doente,
Que o Natal restitua,
A saúde a toda a gente.

Os desejos mais sinceros,
Para quem a saúde falta,
Dum Santo e Feliz Natal
E que em breve tenham alta.

Pra todos os doentinhos,
Fica a expressa vontade,
Que o Natal ponha termo,
À sua enfermidade.

Que o Menino Divino,
Lhes conceda essa mudança,
Para que este Natal,
Seja Natal de esperança!...


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domingo, 13 de Dezembro de 2009

Noite de Natal!!!



Noite de Natal

Quando é noite de Natal,
Noite de amor e carinho,
As estrelas lá no céu,
Vão clareando um caminho.

Nesta estrada luminosa,
Vem vindo Papai Noel,
Trazendo, pras criancinhas,
Brinquedos feitos no céu.

Papai Noel, que acertou
Do céu à terra o caminho,
Meu desejo é que depressa
Encontre meu sapatinho.
Desejo um santo Natal
a todos vós beijinhos!!!








sábado, 12 de Dezembro de 2009

Nuvem de esperança

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"Na festa e com o espírito natalíno formam-se nuvens de esperança num céu de bondade, Em cada coração há uma enorme desejo de felicidade e alegria! Lares se iluminam numa magia sem qualquer maldade, Iniludível, apenas o amor engrandece este lindo e peculiar dia...Zelando totalmente pela nossa total paz e harmonia! No íntimo de cada um de nós está o sentimento mais puro, Aquele que norteia o significado verdadeiro da comemoração, Todos sabem que Jesus é o nosso salvador e o porto seguro, Aquarela de todas as emoções num só bondoso coração, Liberando em todos nós as bençãos da confraternização!"

Deixo aqui meu mimo de Natal pra quem quiser pegar!

Pode levar!!!









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terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

O espiríto de Natal

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"Deixa eu ver se o espírito do Natal já está na sua casa.
Não, não quero ver a árvore iluminada na sala, nem quero saber quanto você já gastou em presentes.
Quero, sim, sentir no ambiente a mensagem viva do aniversariante deste dezembro mágico: toda a família está unida? O perdão já eliminou aquelas desavenças que ocorrem no calor das nossas vidas?
"Não quero ver a sua despensa cheia, quero saber se você conseguiu doar alguma coisa do que lhe sobra, para quem tem tão pouco, às vezes nada.
"Não exiba os presentes que você já comprou, mesmo com sacrifício; quero ver aí dentro de você a preocupação com aqueles que esperam tão pouco, uma visita, um telefonema, uma carta, um e-mail...
"Quero ver o espírito do Natal entre pais que descobrem tempo para os filhos, em amigos que se reencontram e podem parar para conversar, no respeito do celular desligado no teatro, na gentileza de quem oferece o banco para o mais idoso, na paciência com os doentes, na mão que apóia o deficiente
visual na travessia das ruas, no ombro amigo que se oferece para quem anda meio triste, perdido.
"Quero ver o espírito de Natal invadindo as ruas, respeitando os animais, a natureza que implora por cuidados tão simples, como
não jogar o papel no chão, nem o lixo nos rios.
Não quero ver o Natal nas vitrines enfeitadas, no convite ao consumo, mas no enfeite que a bondade faz no rosto das pessoas generosas.
Por fim, mostre-me que o espírito do Natal entrou definitivamente na sua vida, através do abraço fraterno, da oração sentida, do prazer de andar sem drogas e sem bebidas, do riso franco, do desejo sincero de ser feliz e, de tão feliz, não resistir ao desejo de fazer outras pessoas também felizes.
"Deixe o Natal invadir a sua alma, entre os perfumes da cozinha que vai se encher de comidas deliciosas, no cheiro da roupa nova que todos vão exibir, abrace-se à sua família e façam alguns minutos de silêncio, que será como uma oração do coração, que vai subir aos céus, e retornar com um presente eterno, duradouro: o suave perfume de Jesus, perfume de paz, amor, harmonia e a eterna esperança de que um dia todos os dias serão como os dias de Natal.

Feliz Natal para você e para os seus!"


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domingo, 22 de Novembro de 2009

A Irrequietude da Criança

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A Irrequietude da Criança

A função motora é, essencialmente, uma função relacional. A criança procura aproximar-se ou afastar-se de estados de desejo ou de medo, primeiro através do movimento, e só mais tarde através do pensamento. Assim, o desenvolvimento do bebé procede-se na alternância entre momentos de grande proximidade física e momentos de afastamento, sendo ambos os momentos organizadores do mundo interno, das relações com os outros e do próprio corpo. As representações de transformação e de mudança são a raiz das representações mentais, antecedendo as representações das coisas e das palavras; assim, a primeira representação da mãe tem a ver com os movimentos que a criança faz para se ajustar ao seu corpo, tudo permeado pelo grau de prazer ou desprazer conseguido com tais movimentos.


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Deste modo, há uma íntima ligação entre movimentos e afectos. Os movimentos do bebé e da mãe só adquirem significado na resposta afectuosa que ambos dão um ao outro. É através da mímica, da postura, do movimento e da lalação que bebé e mãe ressentem e interpretam corporalmente o que querem transmitir.

A instabilidade motora é um fenómeno normal nas crianças antes da idade escolar, que tem como objectivo definir um território de segurança ou fugir a um objecto desconhecido e atemorizador. Aquilo a que se chama instabilidade da criança escolar é, então, a persistência de um comportamento da criança pré-escolar, ansiosa e insegura na vida social, quer dizer, longe da mãe ou com uma mãe insuficientemente disponível. De facto, as mães de crianças instáveis, estão frequentemente deprimidas (por vezes, afectivamente abandonadas) e os pais são frequentemente ausentes (por vezes, impacientes e mais rígidos).


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A irrequietude caracteriza-se fundamentalmente por:

- desatenção

- movimento de “enguia”

- ausência de capacidade de auto-protecção

- ousadia desmedida

- egossintonia (a criança não sofre com a sua irrequietude mas com as consequências que daí advém)

Por detrás da irrequietude, encontram-se profundas ansiedades, que foram decisivas no modo como a criança organizou as suas relações com as pessoas e objectos. Assim, a instabilidade motora seria uma procura sem fim de um objecto de amor, a que a criança possa apegar-se com segurança. A irrequietude é a expressão e transformação da inquietação da criança - não há propriamente angústia e ansiedade, mas uma insatisfação permanente. De facto, não pode haver satisfação com a dispersão e a concentração é impossível para estas crianças, na medida em que concentrar-se equivale a parar. A criança anseia por um local ou um objecto de satisfação ou segurança, mas quando encontra um novo objecto, um novo local, uma nova actividade, rapidamente adquirem características de insegurança e desconforto. Logo, a criança tem necessidade de se movimentar novamente. Há uma constante oscilação entre o desconforto depressivo (angústia de afastamento enquanto receio de perda de bem-estar), que leva a criança a procurar outro objecto, e a angústia persecutória (angústia de aproximação enquanto interrogação quanto à qualidade do encontro), que faz com que o objecto seja sentido como ameaçador. Neste sentido, a proximidade desencadeia angústia claustrofóbica e a distância desencadeia angústia agorafóbica - a criança oscila constantemente entre uma e outra.


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Com os movimentos de aproximação e afastamento, a criança procura manter ou adquirir um sentimento de bem-estar de fundo - a homeostasia narcísica primitiva está intimamente ligada à motricidade. Para a criança irrequieta, a movimentação, vista pelo observador como excessiva, é necessária para uma relativa estabilização.

A irrequietude na criança corresponde, a uma separação psicológica prematura, muito à frente das capacidades de individuação, devida a vicissitudes na relação com o objecto de amor primário. Esta separação prematura dificultará gravemente a travessia da etapa de reaproximação.

A mãe tem que ser sentida como suficientemente constante, previsível e tranquilizadora para que uma evolução normal se possa instalar. De outro modo, a criança pode privilegiar a motricidade como seu mecanismo primário de defesa, contra sentimentos de abandono e intrusão, transformando a irrequietude numa forma de anti-pensamento, que tem como finalidade minorar a dor psíquica. A irrequietude precoce constituiria, assim, também um dos modos de que a criança disporia para proceder a uma regulação da mãe. Progressivamente, este objecto será interiorizado, conduzindo à formação de um objecto interno gerador de profundas ansiedades no self. Sentindo como impossível a satisfação das necessidades de amor, estas serão transformadas numa procura sem fim de confortos materiais.

A irrequietude motora é apenas um aspecto de um quadro global complexo, onde se inserem perturbações dos afectos, da psicomotricidade, do pensamento e da linguagem. Estas perturbações vão dificultar grandemente a escolarização destas crianças.

A intervenção terapêutica será diferente consoante o diagnóstico psicopatológico e a estrutura na qual a irrequietude se insere.



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sábado, 31 de Outubro de 2009

Feliz Dia das Bruxas

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Chegou o Dia das Bruxas.
É Halloween!O que você quer?
Travessuras? Doces? Ou doces travessuras?
Tudo o que eu quero, minha doce alma,
é que este dia nos seja mágico.
Que tudo o que existe de bom transpareça e floresça,
para que hoje seja realmente um dia encantado.
Que hoje, todos os bons pensamentos se façam realidade,
como se fossem movidos por varinhas de condão.
Hoje é o Dia das Bruxas.
Que todos os feitiços se virem contra os feiticeiros,
e que dos nossos corações só brotem as poções de cura e amor.
Pegue meu mimo!





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domingo, 18 de Outubro de 2009

Comportamento infantil

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Comportamento infantil

A criança porta-se mal ou quer apenas comunicar?

Quando, perante um saboroso prato de papas ou na hora de dormir, a Ana, que tem 2 anos, desata a espernear e a gritar, os pais levantam a voz, de dedo em riste, ou optam pelas «duas palmadas bem dadas», para acabar com a «birra». Mas será que a criança está, de facto, a portar-se mal...
ou quer apenas comunicar algo aos pais?
É normal. Não há criança que, de vez em quando, não se porte mal. Mas, segundo o psicólogo clínico Álvaro Ferreira, «talvez não exista o mau comportamento».



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Álvaro Ferreira defende que muitos daqueles que são catalogados como maus comportamentos são, simplesmente, atitudes que contrariam as idealizações dos pais: «Uma criança considerada mal comportada reflecte uma expectativa que os pais têm e que não é correspondida. Isso tem um carácter contextual. O que é, hoje, tido como mau comportamento não o era há dez ou vinte anos. Este conceito também varia com o local. Há sempre uma dimensão cultural acerca do que é bom ou mau comportamento.»


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Este psicólogo clínico salienta que há pais que consideram mau comportamento ser irrequieto, não tomar atenção na escola, não querer dormir, tomar banho ou comer. «Na minha opinião isto, se calhar, não pode ser visto como mau comportamento», explica Álvaro Ferreira.
As expectativas dos pais vão se formando antes de o bebé nascer. «Uma mãe que, durante a gravidez, deseja inconscientemente que o bebé venha a ser muito rosadinho e que vai comportar-se como o seu primeiro filho vai, provavelmente, deparar-se com outra realidade: há um bebé real, que é diferente do imaginado - aquele que os pais desejam», explica o psicólogo. Isto causa frustração.
Muitos pais vivem com ansiedade o facto de as crianças manipularem os órgãos genitais, tocarem nas fezes, roerem as unhas ou chucharem no dedo. Segundo o psicólogo, «estes comportamentos são vistos como negativos, mas importa reconhecer que são atitudes normativas e saudáveis, desde que não se prolonguem e enquistem».


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Perigos - o fruto proibido

«Aquilo que, vulgarmente, é considerada uma ‘birra’ constitui uma forma de a criança comunicar algo aos pais, como desde logo as cólicas e a fome, até a formas diversas de desprazer afectivo. Nas crianças mais velhas, pode significar uma vontade de ir por um caminho diferente daquele que está a ser imposto pelos adultos. As ‘birras’ são fundamentais, nesta dinâmica», assegura Álvaro Ferreira.
Quando uma criança está na rua, pendurada num muro, sujeita a cair e a magoar-se, os pais ficam aflitos. Segundo Álvaro Ferreira, «essa atitude pode significar uma posição de força, no sentido da autonomização. Uma ‘birra’ pode ser importante, como processo de autonomia».


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O modo como o educador ou os pais se comportam em relação a uma «birra» é fundamental. Se não derem importância, «se permitirem que a criança faça o que quiser, ela vai perceber que não há limites. No outro extremo está o educador que, sem dizer nada, dá um par de estalos à criança, não permitindo que ela ganhe consciência dos perigos que corre. Nenhuma destas atitudes será a ideal. Para crescer, é preciso sentir alguma frustração», explica o psicólogo.
Quando as crianças começam a andar e querem descer uma escada, o ideal seria os pais estarem presentes e simultaneamente darem alguma liberdade, permitindo a exploração desse espaço. Álvaro Ferreira exemplifica: «Há pais que nunca deixam as crianças fazer nada, porque tudo é um perigo. Mas a criança precisa de explorar e de bater com a cabeça, para perceber que aquilo é duro e que a magoa.»


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Castigar, sem ser o mau da fita

Os castigos que implicam violência física «têm de ser totalmente erradicados. O castigo ideal é aquele que é aceite pela criança como justo, mesmo que não o seja no momento em que é aplicado, que é acompanhado de afecto e proporcional à situação. Os castigos devem ter por objectivo fornecer normas e limites à criança», explica Álvaro Ferreira.
Se a criança percebe que pode fazer «birras», sem ser penalizada, «pode haver perda de limites com consequências para o resto da vida. Por outro lado, se os pais nunca permitem nenhum tipo de ‘birras’, a criança torna-se passiva e pobre, em termos de vida mental», entende Álvaro Ferreira. O importante é perceber como terminar com as «birras», fazendo com que a criança sinta porque é que não deve ter determinados comportamentos.


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E quanto às tradicionais «duas boas palmadas», Álvaro Ferreira diz que «a sua conveniência depende do contexto e do modo como são aplicadas. Muitas vezes, uma palmada dada com afecto é fundamental. Mas é preciso que seja dada no momento certo e, obviamente, para não magoar. O ideal seria não dar palmadas... mas o ideal não existe. Por isso, não devemos culpabilizar os pais. A palmada é um falhanço da comunicação e é, no fundo, um comportamento infantil».
Quando as crianças estão, constantemente, a fazer «birras», «pode ser útil o acompanhamento por um profissional especializado. Nesses casos, mais ainda do que noutros, os castigos extremos não resultam», garante o psicólogo.


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Aprenda a comunicar

Para Álvaro Ferreira, os ditos maus comportamentos são, frequentemente, provocados por problemas de comunicação.
«Quando uma mãe cuida da criança, unicamente, como uma enfermeira e não lhe dá afecto, não a olha e toca-lhe pouco é sinal de que existem problemas de interacção. Mas também é preciso perceber se o bebé estimula a mãe», afirma o psicólogo.
A partir do momento em que os pais e os educadores compreendem que «os comportamentos classificados como maus acontecem porque há alguma perturbação na relação, podem modificar as atitudes consideradas repreensíveis. Está tudo nas mãos dos pais... e da criança», garante este psicólogo clínico.


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Segundo Álvaro Ferreira, não há crianças que sejam sempre bem comportadas. «A criança que é sempre certinha, durante toda a infância, pode vir a ter sérios problemas de vida mental.»
O ideal para um crescimento psíquico saudável, mas livre dos comportamentos considerados negativos, é um equilíbrio entre impor limites à criança e, simultaneamente, dar-lhe afecto. A palavra-chave é: comunicar... com amor.

texto
Helena Soares



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terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Manias e obsessões nas crianças

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Manias e obsessões nas crianças


As condutas obsessivo-compulsivas podem manifestar-se em qualquer idade. As manias são costumes e condutas que se repetem muito frequentemente, e que ajudam a criança a controlar alguns acontecimentos externos. À medida que vai crescendo, essas rotinas podem continuar ou reforçar-se, e outras desaparecem, já que as manias que duram muito tempo ou que se reforçam muito, podem começar a interferir na vida diária normal da criança, e converter-se em obsessões. As obsessões são idéias ou pensamentos repetitivos, inquietantes, desagradáveis e não desejados, que surgem insistentemente e de forma incontrolável na mente da criança, causando-lhe um temor persistente e um alto grau de ansiedade.

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As condutas obsessivo-compulsivas podem manifestar-se em qualquer idade. As mais frequentes na infãncia são:

- Lavar-se ou preocupação em pegar uma doença
- As condutas repetitivas para deitar-se ou vestir-se
- Na hora de dormir necessitam que voltem a contar as histórias e os contos já conhecidos, já que isto os ajudam a estabilizar suas expectativas e a compreensão do seu mundo.

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As crianças no colégio podem desenvolver rituais em grupo quando aprendem a brincar, a praticar esportes em equipe. As crianças maiores e os adolescentes começam a colecionar objetos e a desenvolver atividades favoritas. São sintomas transitórios associados ao desenvolvimento, à auto-afirmação e á constituição como indivíduo.
Quando a criança sofre de obsessões e compulsões
Considera-se que as crianças têm um transtorno, quando essas manias, obsessões e compulsões ocupam tanto o tempo durante o dia, que lhes atrapalham o funcionamento normal, e interrompem de modo significativo suas atividades cotidianas. Quando as crianças não podem fazê-las, sofrem uma ansiedade desmedida, que elas manifestarão em choros, gritos, puxões de cabelo, conduta agressiva consigo mesmas ou com as demais, etc.No transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) nas crianças, predominam os comportamentos compulsivos diante dos pensamentos obsessivos.

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Diagnóstico e tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo

O diagnóstico precoce da enfermidade, assim como a aplicação de um tratamento especial quando se observam os primeiros sintomas contribui para aumentar a qualidade de vida da criança e a prevenir que o transtorno se desenvolva a um estado mais sério. Para poder realizar o diagnóstico é muito importante o apoio e o envolvimento dos pais.

Para acalmar a ansiedade provocada pelo pensamento obsessivo, realiza-se a compulsão. Uma compulsão é um comportamento ritualizado que leva muito mais tempo que o normal, de forma repetitiva e sem interrupção.

O tratamento do TOC mais efetivo e recomendável seria combinar a terapia psicológica e medicamentos. O tratamento psicológico inclui técnicas cognitivas e de condutas:

- As técnicas cognitivas ajudam a criança a identificar e compreender seus medos e a aprender novas formas de resolvê-los ou diminuí-los sem sentir a ansiedade que lhes provocavam e as levavam à compulsão como forma de se evitá-las;

- As técnicas de condutas ajudam a criança e suas famílias a fazerem tratos ou colocar regras para limitar ou mudar comportamentos. Os medicamentos que se usam para tratar o TOC são inibidores seletivos da reabsorção da serotonina que servem como paliativo dos pensamentos obsessivos e portanto melhorar as condutas compulsivas; e sempre devem ser indicados sob supervisão do pediatra.

Os pais têm um papel de apoio vital em qualquer processo de tratamento, apoiando a criança em todas as etapas do transtorno e do seu tratamento.


Blanca Betes Tejero,(psicóloga)

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segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Regresso ás aulas

Photobucket O regresso às aulas é marcado pela compra dos manuais. Mas as despesas só nos artigos escolares podem ter diferenças que vão até aos 300 euros, consoante as marcas preferidas. O final das férias de Verão é penoso para todos. Mas para quem tem filhos, a situação ainda é mais difícil, já que para estes, o fim do Verão é sinónimo de despesas extra. Com o arranque do ano lectivo, crescem as despesas das famílias enquanto que o saldo orçamental vai diminuindo a uma velocidade quase proibida. São as despesas com a compra dos manuais escolares - que no caso dos alunos que frequentam o 10º ano custam em média os 250 euros - mais a compra de todo o material escolar, onde se incluem artigos como as habituais mochilas, cadernos, canetas, estojos, lápis, borrachas, compassos, dicionários, réguas, esquadros, calculadoras, dossiers...


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A lista é infindável. E a acrescentar a estes items obrigatórios, as famílias não se podem esquecer de comprar um fato de treino e os ténis para a ginástica dos mais pequenos. Tudo somado e a factura poderá ascender facilmente às várias centenas de euros. Mas há pequenos truques que podem fazer toda a diferença. Se optar por comprar artigos de marcas brancas em detrimento das marcas da moda conseguirá reduzir em largos euros a factura final com a compra de material escolar. Por exemplo, se optar por comprar uma mochila da Hello Kitty prepare-se para desembolsar 43 euros. Mas se optar pela compra de uma mochila simples, sem marca, à venda num hipermercado, a despesa ficar-se-á pelos 8 euros. O Diário Económico "foi às compras" para perceber quanto é que uma família com dois filhos - um a frequentar a 4ª classe, e o outro matriculado no 10 º ano - podem poupar na compra de material escolar se escolheremos artigos mais caros, ou mais baratos do mercado. E as diferenças entre ter um cabaz poupadinho e um recheado de marcas é considerável. No primeiro caso, a despesa com o material escolar para os dois filhos saldou-se nos 130 euros. Mas se a família optasse por adquirir artigos de marca, a factura disparava para os 435 euros.



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sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Cuidados a ter com os bebés no Verão

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O Verão está a chegar e, com ele, o bom tempo, o calor, a praia, a piscina e as tão desejadas férias. No entanto, devemos ter em conta que, neste período do ano, existem situações que põem em perigo os bebés. Ir à praia, à piscina, ao rio ou à albufeira proporciona-nos um bem estar físico e mental, mas podem constituir perigo para os bebés e dar origem a queimaduras solares, golpes de calor ou afogamentos.


Para evitarmos tais situações devemos tomar algumas precauções:

1. Queimaduras Solares:

* evitar exposições ao sol entre as 11h e as 16h;

* aplicar frequentemente um protector solar com um índice adequado à idade e ao biotipo do bebé, mas nunca inferior a 20.

* os bebés com menos de um ano de idade não devem ser expostos directamente ao sol, durante os períodos de sol intenso, devendo sempre usar uma t-shirt de cores claras;

*usar chapéu ou boné;

*as crianças devem ingerir regularmente líquidos sem açúcar nem cafeína para evitar a desidratação, como por exemplo água e sumos naturais.

Após uma queimadura solar deve-se evitar nova exposição ao sol, aplicar compressas com água fria e nunca com álcool, manteiga ou óleos gordos e nunca rebentar as bolhas. As queimaduras solares podem ser graves em bebés e crianças mais pequenas, podendo dar febre, bolhas na pele e dor, podendo ser necessário recorrer ao médico.



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2. Golpe de Calor:

Os golpes de calor surgem quando o corpo não consegue controlar a sua própria temperatura, os mecanismos de transpiração falham e a temperatura sobe rapidamente podendo, em pouco tempo, atingir as 39ºC. Esta situação pode manifestar-se por febres altas, pele vermelha e quente sem suor, aumento da frequência cardíaca, dores de cabeça, náuseas, confusão e até perda de consciência. Perante estes sintomas deve-se procurar um lugar fresco e deve-se baixar a temperatura do corpo com um banho de água tépida e procurar ajuda médica.



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Durante os meses de Verão, o calor aperta e as temperaturas sobem, devendo ser tomadas algumas medidas para evitar os efeitos do calor sobre o organismo dos bebés:

* procurar sempre um local fresco, nas horas de maior calor;

* evitar os esforços físicos

* dar um duche de água tépida ao seu filho

* evitar a permanência de crianças em viaturas estacionadas ao sol

* aumentar a ingestão de líquidos, de preferência água e sumos naturais.


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3. Afogamentos

Os afogamentos de crianças são, infelizmente, um acontecimento frequente em todo o mundo, devendo, ser tomadas algumas medidas para os evitarmos:

* vigiar atenta e permanentemente as crianças e nunca as deixar sozinhas;

* utilizar sempre dispositivos de segurança, como por exemplo: bóias, braçadeiras e coletes, adaptadas à idade;

* ensinar as crianças a nadar o mais cedo possível;

* mesmo que as crianças saibam nadar é necessário sempre que o adulto esteja próximo e atento às brincadeiras, principalmente quando brincam com barcos e colchões de água;

* não deixar mergulhar, nunca, em sítios desconhecidos e não permitir saltos mortais ao entrar na água;

* evitar dar refeições pesadas e aguardar três horas antes da criança entrar na água;

* preferir sempre praias vigiadas e com bandeira azul.



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Um bom Verão e Boas Férias em SEGURANÇA!!!



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quinta-feira, 16 de Julho de 2009

férias

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segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Crianças de um novo mundo…

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Muitas vezes ao prestarmos atenção nas crianças de ‘hoje’ chegamos a comentar que na nossa geração, ou seja quando nós éramos pequenos parece-nos que as crianças não eram assim tão desenvolvidas e tão desinibidas. Seriam ‘Crianças de um novo mundo…’??, pois este é o título do livro da escritora Isabel Leal. A sua sede de conhecimento levou-a a viajar pelo mundo à procura de novas culturas e maneiras de encarar a vida. A sua vocação de formadora permite-lhe ensinar um novo olhar sobre o dia-a-dia e dar esperança e coragem a todos aqueles que a solicitam através do ensino de terapias alternativas, como o Reiki, o Karuna Reiki, a Meditação e o Crystal Healing.Fruto desse estudo surgem respostas e técnicas que permitem ajudar a perceber o porquê de determinados comportamentos e reacções; e levaram-na a escrever dois livros editados pela Pergaminho “Crianças de um novo mundo – os Índigo” bem como “Crianças de um novo mundo – os cristal”. Isabel Leal também é oradora e participante em seminários nacionais e internacionais e também faz parte de um grupo internacional para estudo deste tema. Professora de Meditação e Reiki para crianças e jovens dá aulas por todo país fazendo chegar aos mais novos os mais recentes métodos complementares para o sucesso escolar.


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domingo, 21 de Junho de 2009

Bichinhos de estimação

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BICHINHOS DE ESTIMAÇÃO

Tenho em casa, um cãozinho e um gato
que são meus amiguinhos do coração,
um deles, vive andando no mato
outro, fica deitado no meu colchão.

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Enquanto um brinca com um rato,
o outro vive virando meu latão,
no almoço, um pula no meu prato
já tem um, que só come ração.

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Eles nunca dispensam meu contato
são meus dois animais de estimação,
os dois se divertem com um pato
que nada com um deles, no ribeirão.

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Ontem aconteceu um engraçado fato
vi quando pulou na tela da televisão,
assustou se com o barulho de um jato
talvez pensou que fosse um ladrão.

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As vezes zango com eles, mas não bato
os dois são a minha única diversão,
grudam em mim , como um carrapato
acho que pensam que sou deles irmão.


GIL DE OLIVE

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segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Adopção

PhotobucketA adopção é o vínculo que, à semelhança da filiação natural, mas independentemente dos laços de sangue, se estabelece legalmente entre duas pessoas.
Existem dois tipos de adopção, a adopção plena e a adopção restrita.
Distinguem-se fundamentalmente pelos seguintes aspectos:

Adopção Plena

O adoptado adquire a situação de filho do adoptante, integrando-se na sua família, extinguindo-se as relações familiares entre a criança e os seus ascendentes e colaterais naturais;
O adoptado perde os seus apelidos de origem;
Em determinadas condições o nome próprio do adoptado pode ser modificado pelo tribunal, a pedido do adoptante;
Não é revogável, nem mesmo por acordo de ambas as partes;
Os direitos sucessórios dos adoptados são os mesmos dos descendentes naturais.


Adopção Restrita

O adoptado conserva todos os direitos e deveres em relação à família natural, salvas algumas restrições estabelecidas na lei;
O adoptante poderá despender dos bens do adoptado a quantia que o tribunal fixar para alimentos deste;
O adoptado pode receber os apelidos do adoptante, a requerimento deste, compondo um novo nome, em que figure um ou mais apelidos da família natural;
Pode ser revogada se os pais adoptivos não cumprirem os seus deveres;
Pode ser convertida em adopção plena, mediante requerimento do adoptante e desde que se verifiquem as condições exigidas;
O adoptado ou os seus descendentes e os parentes do adoptante, não são herdeiros uns dos outros, nem ficam reciprocamente vinculados à prestação de alimentos.


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Tanto na adopção plena como na adopção restrita podem ser adoptados os menores filhos do cônjuge do adoptante e confiados ao adoptante, mediante confiança, administrativa ou judicial, ou medida de promoção e protecção de confiança com vista à adopção. Podem, ainda, ser adoptados os menores que, à data da entrada do processo em tribunal, tenham idade inferior a 15 anos e inferior a 18 anos se não forem emancipados e tiverem sido confiados aos adoptantes ou a um deles com idade não suprior a 15 anos ou se forem filhos do cônjuge do adoptante.


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Podem ser adoptantes na adopção plena:
Duas pessoas casadas ou em união de facto há mais de 4 anos e não separadas judicialmente de pessoas e bens ou de facto, se ambas tiverem mais de 25 anos;
Uma única pessoa se tiver:
Mais de 30 anos;
Mais de 25 anos, se o menor for filho do cônjuge do adoptante,
Só pode adoptar quem não tiver mais de 60 anos à data em que o menor lhe tenha sido confiado, excepto se este for filho do cônjuge;
A partir dos 50 anos, cuja diferença de idades entre o adoptante e o adoptado não pode ser superior a 50 anos, excepto se o menor a adoptar for filho do cônjuge do adoptante ou em situações especiais.


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Na adopção restrita, podem ser adoptantes:
Pessoas com mais de 25 anos e até 60 anos, se completados à data em que o menor lhes tenha sido confiado, excepto se este for filho do cônjuge.


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Todo este processo leva o seu tempo. A entidade competente, onde foi apresentada a candidatura, procede a uma avaliação social e psicológica do candidato, emitindo a decisão sobre a candidatura num período que não deverá ultrapassar os 6 meses. O candidato seleccionado fica a aguardar proposta de criança a adoptar. Após apresentação desta proposta, existe um período cujo objectivo é o conhecimento e aceitação mútuos entre o candidato e a criança. Quando esta fase é concluída de forma favorável, a criança é confiada ao candidato, ficando em situação de pré-adopção por um período que também não deve ultrapassar os seis meses. Este tempo serve, também, para a entidade competente proceder ao acompanhamento e avaliação da situação. Quando verificadas as condições para realmente ser requerida a adopção é elaborado um relatório que é remetido ao candidato e que deve então acompanhar o pedido de adopção ao Tribunal de Família e Menores da sua área de residência. O processo fica finalmente concluído, quando é proferida a sentença.


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Poderá requerer em qualquer altura, nas seguintes entidades:
Centro Distrital da Segurança Social da sua área de residência;
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, caso resida nesta cidade;
Se residir nos Açores, no Instituto de Acção Social;
Centro de Segurança Social, se residir na Madeira.
Existem impressos próprios para dar início ao processo de adopção


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