sábado, 31 de Outubro de 2009

Feliz Dia das Bruxas

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Chegou o Dia das Bruxas.
É Halloween!O que você quer?
Travessuras? Doces? Ou doces travessuras?
Tudo o que eu quero, minha doce alma,
é que este dia nos seja mágico.
Que tudo o que existe de bom transpareça e floresça,
para que hoje seja realmente um dia encantado.
Que hoje, todos os bons pensamentos se façam realidade,
como se fossem movidos por varinhas de condão.
Hoje é o Dia das Bruxas.
Que todos os feitiços se virem contra os feiticeiros,
e que dos nossos corações só brotem as poções de cura e amor.
Pegue meu mimo!





blog anjinhos

domingo, 18 de Outubro de 2009

Comportamento infantil

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Comportamento infantil

A criança porta-se mal ou quer apenas comunicar?

Quando, perante um saboroso prato de papas ou na hora de dormir, a Ana, que tem 2 anos, desata a espernear e a gritar, os pais levantam a voz, de dedo em riste, ou optam pelas «duas palmadas bem dadas», para acabar com a «birra». Mas será que a criança está, de facto, a portar-se mal...
ou quer apenas comunicar algo aos pais?
É normal. Não há criança que, de vez em quando, não se porte mal. Mas, segundo o psicólogo clínico Álvaro Ferreira, «talvez não exista o mau comportamento».



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Álvaro Ferreira defende que muitos daqueles que são catalogados como maus comportamentos são, simplesmente, atitudes que contrariam as idealizações dos pais: «Uma criança considerada mal comportada reflecte uma expectativa que os pais têm e que não é correspondida. Isso tem um carácter contextual. O que é, hoje, tido como mau comportamento não o era há dez ou vinte anos. Este conceito também varia com o local. Há sempre uma dimensão cultural acerca do que é bom ou mau comportamento.»


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Este psicólogo clínico salienta que há pais que consideram mau comportamento ser irrequieto, não tomar atenção na escola, não querer dormir, tomar banho ou comer. «Na minha opinião isto, se calhar, não pode ser visto como mau comportamento», explica Álvaro Ferreira.
As expectativas dos pais vão se formando antes de o bebé nascer. «Uma mãe que, durante a gravidez, deseja inconscientemente que o bebé venha a ser muito rosadinho e que vai comportar-se como o seu primeiro filho vai, provavelmente, deparar-se com outra realidade: há um bebé real, que é diferente do imaginado - aquele que os pais desejam», explica o psicólogo. Isto causa frustração.
Muitos pais vivem com ansiedade o facto de as crianças manipularem os órgãos genitais, tocarem nas fezes, roerem as unhas ou chucharem no dedo. Segundo o psicólogo, «estes comportamentos são vistos como negativos, mas importa reconhecer que são atitudes normativas e saudáveis, desde que não se prolonguem e enquistem».


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Perigos - o fruto proibido

«Aquilo que, vulgarmente, é considerada uma ‘birra’ constitui uma forma de a criança comunicar algo aos pais, como desde logo as cólicas e a fome, até a formas diversas de desprazer afectivo. Nas crianças mais velhas, pode significar uma vontade de ir por um caminho diferente daquele que está a ser imposto pelos adultos. As ‘birras’ são fundamentais, nesta dinâmica», assegura Álvaro Ferreira.
Quando uma criança está na rua, pendurada num muro, sujeita a cair e a magoar-se, os pais ficam aflitos. Segundo Álvaro Ferreira, «essa atitude pode significar uma posição de força, no sentido da autonomização. Uma ‘birra’ pode ser importante, como processo de autonomia».


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O modo como o educador ou os pais se comportam em relação a uma «birra» é fundamental. Se não derem importância, «se permitirem que a criança faça o que quiser, ela vai perceber que não há limites. No outro extremo está o educador que, sem dizer nada, dá um par de estalos à criança, não permitindo que ela ganhe consciência dos perigos que corre. Nenhuma destas atitudes será a ideal. Para crescer, é preciso sentir alguma frustração», explica o psicólogo.
Quando as crianças começam a andar e querem descer uma escada, o ideal seria os pais estarem presentes e simultaneamente darem alguma liberdade, permitindo a exploração desse espaço. Álvaro Ferreira exemplifica: «Há pais que nunca deixam as crianças fazer nada, porque tudo é um perigo. Mas a criança precisa de explorar e de bater com a cabeça, para perceber que aquilo é duro e que a magoa.»


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Castigar, sem ser o mau da fita

Os castigos que implicam violência física «têm de ser totalmente erradicados. O castigo ideal é aquele que é aceite pela criança como justo, mesmo que não o seja no momento em que é aplicado, que é acompanhado de afecto e proporcional à situação. Os castigos devem ter por objectivo fornecer normas e limites à criança», explica Álvaro Ferreira.
Se a criança percebe que pode fazer «birras», sem ser penalizada, «pode haver perda de limites com consequências para o resto da vida. Por outro lado, se os pais nunca permitem nenhum tipo de ‘birras’, a criança torna-se passiva e pobre, em termos de vida mental», entende Álvaro Ferreira. O importante é perceber como terminar com as «birras», fazendo com que a criança sinta porque é que não deve ter determinados comportamentos.


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E quanto às tradicionais «duas boas palmadas», Álvaro Ferreira diz que «a sua conveniência depende do contexto e do modo como são aplicadas. Muitas vezes, uma palmada dada com afecto é fundamental. Mas é preciso que seja dada no momento certo e, obviamente, para não magoar. O ideal seria não dar palmadas... mas o ideal não existe. Por isso, não devemos culpabilizar os pais. A palmada é um falhanço da comunicação e é, no fundo, um comportamento infantil».
Quando as crianças estão, constantemente, a fazer «birras», «pode ser útil o acompanhamento por um profissional especializado. Nesses casos, mais ainda do que noutros, os castigos extremos não resultam», garante o psicólogo.


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Aprenda a comunicar

Para Álvaro Ferreira, os ditos maus comportamentos são, frequentemente, provocados por problemas de comunicação.
«Quando uma mãe cuida da criança, unicamente, como uma enfermeira e não lhe dá afecto, não a olha e toca-lhe pouco é sinal de que existem problemas de interacção. Mas também é preciso perceber se o bebé estimula a mãe», afirma o psicólogo.
A partir do momento em que os pais e os educadores compreendem que «os comportamentos classificados como maus acontecem porque há alguma perturbação na relação, podem modificar as atitudes consideradas repreensíveis. Está tudo nas mãos dos pais... e da criança», garante este psicólogo clínico.


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Segundo Álvaro Ferreira, não há crianças que sejam sempre bem comportadas. «A criança que é sempre certinha, durante toda a infância, pode vir a ter sérios problemas de vida mental.»
O ideal para um crescimento psíquico saudável, mas livre dos comportamentos considerados negativos, é um equilíbrio entre impor limites à criança e, simultaneamente, dar-lhe afecto. A palavra-chave é: comunicar... com amor.

texto
Helena Soares



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terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Manias e obsessões nas crianças

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Manias e obsessões nas crianças


As condutas obsessivo-compulsivas podem manifestar-se em qualquer idade. As manias são costumes e condutas que se repetem muito frequentemente, e que ajudam a criança a controlar alguns acontecimentos externos. À medida que vai crescendo, essas rotinas podem continuar ou reforçar-se, e outras desaparecem, já que as manias que duram muito tempo ou que se reforçam muito, podem começar a interferir na vida diária normal da criança, e converter-se em obsessões. As obsessões são idéias ou pensamentos repetitivos, inquietantes, desagradáveis e não desejados, que surgem insistentemente e de forma incontrolável na mente da criança, causando-lhe um temor persistente e um alto grau de ansiedade.

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As condutas obsessivo-compulsivas podem manifestar-se em qualquer idade. As mais frequentes na infãncia são:

- Lavar-se ou preocupação em pegar uma doença
- As condutas repetitivas para deitar-se ou vestir-se
- Na hora de dormir necessitam que voltem a contar as histórias e os contos já conhecidos, já que isto os ajudam a estabilizar suas expectativas e a compreensão do seu mundo.

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As crianças no colégio podem desenvolver rituais em grupo quando aprendem a brincar, a praticar esportes em equipe. As crianças maiores e os adolescentes começam a colecionar objetos e a desenvolver atividades favoritas. São sintomas transitórios associados ao desenvolvimento, à auto-afirmação e á constituição como indivíduo.
Quando a criança sofre de obsessões e compulsões
Considera-se que as crianças têm um transtorno, quando essas manias, obsessões e compulsões ocupam tanto o tempo durante o dia, que lhes atrapalham o funcionamento normal, e interrompem de modo significativo suas atividades cotidianas. Quando as crianças não podem fazê-las, sofrem uma ansiedade desmedida, que elas manifestarão em choros, gritos, puxões de cabelo, conduta agressiva consigo mesmas ou com as demais, etc.No transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) nas crianças, predominam os comportamentos compulsivos diante dos pensamentos obsessivos.

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Diagnóstico e tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo

O diagnóstico precoce da enfermidade, assim como a aplicação de um tratamento especial quando se observam os primeiros sintomas contribui para aumentar a qualidade de vida da criança e a prevenir que o transtorno se desenvolva a um estado mais sério. Para poder realizar o diagnóstico é muito importante o apoio e o envolvimento dos pais.

Para acalmar a ansiedade provocada pelo pensamento obsessivo, realiza-se a compulsão. Uma compulsão é um comportamento ritualizado que leva muito mais tempo que o normal, de forma repetitiva e sem interrupção.

O tratamento do TOC mais efetivo e recomendável seria combinar a terapia psicológica e medicamentos. O tratamento psicológico inclui técnicas cognitivas e de condutas:

- As técnicas cognitivas ajudam a criança a identificar e compreender seus medos e a aprender novas formas de resolvê-los ou diminuí-los sem sentir a ansiedade que lhes provocavam e as levavam à compulsão como forma de se evitá-las;

- As técnicas de condutas ajudam a criança e suas famílias a fazerem tratos ou colocar regras para limitar ou mudar comportamentos. Os medicamentos que se usam para tratar o TOC são inibidores seletivos da reabsorção da serotonina que servem como paliativo dos pensamentos obsessivos e portanto melhorar as condutas compulsivas; e sempre devem ser indicados sob supervisão do pediatra.

Os pais têm um papel de apoio vital em qualquer processo de tratamento, apoiando a criança em todas as etapas do transtorno e do seu tratamento.


Blanca Betes Tejero,(psicóloga)

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segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Regresso ás aulas

Photobucket O regresso às aulas é marcado pela compra dos manuais. Mas as despesas só nos artigos escolares podem ter diferenças que vão até aos 300 euros, consoante as marcas preferidas. O final das férias de Verão é penoso para todos. Mas para quem tem filhos, a situação ainda é mais difícil, já que para estes, o fim do Verão é sinónimo de despesas extra. Com o arranque do ano lectivo, crescem as despesas das famílias enquanto que o saldo orçamental vai diminuindo a uma velocidade quase proibida. São as despesas com a compra dos manuais escolares - que no caso dos alunos que frequentam o 10º ano custam em média os 250 euros - mais a compra de todo o material escolar, onde se incluem artigos como as habituais mochilas, cadernos, canetas, estojos, lápis, borrachas, compassos, dicionários, réguas, esquadros, calculadoras, dossiers...


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A lista é infindável. E a acrescentar a estes items obrigatórios, as famílias não se podem esquecer de comprar um fato de treino e os ténis para a ginástica dos mais pequenos. Tudo somado e a factura poderá ascender facilmente às várias centenas de euros. Mas há pequenos truques que podem fazer toda a diferença. Se optar por comprar artigos de marcas brancas em detrimento das marcas da moda conseguirá reduzir em largos euros a factura final com a compra de material escolar. Por exemplo, se optar por comprar uma mochila da Hello Kitty prepare-se para desembolsar 43 euros. Mas se optar pela compra de uma mochila simples, sem marca, à venda num hipermercado, a despesa ficar-se-á pelos 8 euros. O Diário Económico "foi às compras" para perceber quanto é que uma família com dois filhos - um a frequentar a 4ª classe, e o outro matriculado no 10 º ano - podem poupar na compra de material escolar se escolheremos artigos mais caros, ou mais baratos do mercado. E as diferenças entre ter um cabaz poupadinho e um recheado de marcas é considerável. No primeiro caso, a despesa com o material escolar para os dois filhos saldou-se nos 130 euros. Mas se a família optasse por adquirir artigos de marca, a factura disparava para os 435 euros.



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sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Cuidados a ter com os bebés no Verão

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O Verão está a chegar e, com ele, o bom tempo, o calor, a praia, a piscina e as tão desejadas férias. No entanto, devemos ter em conta que, neste período do ano, existem situações que põem em perigo os bebés. Ir à praia, à piscina, ao rio ou à albufeira proporciona-nos um bem estar físico e mental, mas podem constituir perigo para os bebés e dar origem a queimaduras solares, golpes de calor ou afogamentos.


Para evitarmos tais situações devemos tomar algumas precauções:

1. Queimaduras Solares:

* evitar exposições ao sol entre as 11h e as 16h;

* aplicar frequentemente um protector solar com um índice adequado à idade e ao biotipo do bebé, mas nunca inferior a 20.

* os bebés com menos de um ano de idade não devem ser expostos directamente ao sol, durante os períodos de sol intenso, devendo sempre usar uma t-shirt de cores claras;

*usar chapéu ou boné;

*as crianças devem ingerir regularmente líquidos sem açúcar nem cafeína para evitar a desidratação, como por exemplo água e sumos naturais.

Após uma queimadura solar deve-se evitar nova exposição ao sol, aplicar compressas com água fria e nunca com álcool, manteiga ou óleos gordos e nunca rebentar as bolhas. As queimaduras solares podem ser graves em bebés e crianças mais pequenas, podendo dar febre, bolhas na pele e dor, podendo ser necessário recorrer ao médico.



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2. Golpe de Calor:

Os golpes de calor surgem quando o corpo não consegue controlar a sua própria temperatura, os mecanismos de transpiração falham e a temperatura sobe rapidamente podendo, em pouco tempo, atingir as 39ºC. Esta situação pode manifestar-se por febres altas, pele vermelha e quente sem suor, aumento da frequência cardíaca, dores de cabeça, náuseas, confusão e até perda de consciência. Perante estes sintomas deve-se procurar um lugar fresco e deve-se baixar a temperatura do corpo com um banho de água tépida e procurar ajuda médica.



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Durante os meses de Verão, o calor aperta e as temperaturas sobem, devendo ser tomadas algumas medidas para evitar os efeitos do calor sobre o organismo dos bebés:

* procurar sempre um local fresco, nas horas de maior calor;

* evitar os esforços físicos

* dar um duche de água tépida ao seu filho

* evitar a permanência de crianças em viaturas estacionadas ao sol

* aumentar a ingestão de líquidos, de preferência água e sumos naturais.


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3. Afogamentos

Os afogamentos de crianças são, infelizmente, um acontecimento frequente em todo o mundo, devendo, ser tomadas algumas medidas para os evitarmos:

* vigiar atenta e permanentemente as crianças e nunca as deixar sozinhas;

* utilizar sempre dispositivos de segurança, como por exemplo: bóias, braçadeiras e coletes, adaptadas à idade;

* ensinar as crianças a nadar o mais cedo possível;

* mesmo que as crianças saibam nadar é necessário sempre que o adulto esteja próximo e atento às brincadeiras, principalmente quando brincam com barcos e colchões de água;

* não deixar mergulhar, nunca, em sítios desconhecidos e não permitir saltos mortais ao entrar na água;

* evitar dar refeições pesadas e aguardar três horas antes da criança entrar na água;

* preferir sempre praias vigiadas e com bandeira azul.



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Um bom Verão e Boas Férias em SEGURANÇA!!!



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quinta-feira, 16 de Julho de 2009

férias

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segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Crianças de um novo mundo…

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Muitas vezes ao prestarmos atenção nas crianças de ‘hoje’ chegamos a comentar que na nossa geração, ou seja quando nós éramos pequenos parece-nos que as crianças não eram assim tão desenvolvidas e tão desinibidas. Seriam ‘Crianças de um novo mundo…’??, pois este é o título do livro da escritora Isabel Leal. A sua sede de conhecimento levou-a a viajar pelo mundo à procura de novas culturas e maneiras de encarar a vida. A sua vocação de formadora permite-lhe ensinar um novo olhar sobre o dia-a-dia e dar esperança e coragem a todos aqueles que a solicitam através do ensino de terapias alternativas, como o Reiki, o Karuna Reiki, a Meditação e o Crystal Healing.Fruto desse estudo surgem respostas e técnicas que permitem ajudar a perceber o porquê de determinados comportamentos e reacções; e levaram-na a escrever dois livros editados pela Pergaminho “Crianças de um novo mundo – os Índigo” bem como “Crianças de um novo mundo – os cristal”. Isabel Leal também é oradora e participante em seminários nacionais e internacionais e também faz parte de um grupo internacional para estudo deste tema. Professora de Meditação e Reiki para crianças e jovens dá aulas por todo país fazendo chegar aos mais novos os mais recentes métodos complementares para o sucesso escolar.


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domingo, 21 de Junho de 2009

Bichinhos de estimação

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BICHINHOS DE ESTIMAÇÃO

Tenho em casa, um cãozinho e um gato
que são meus amiguinhos do coração,
um deles, vive andando no mato
outro, fica deitado no meu colchão.

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Enquanto um brinca com um rato,
o outro vive virando meu latão,
no almoço, um pula no meu prato
já tem um, que só come ração.

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Eles nunca dispensam meu contato
são meus dois animais de estimação,
os dois se divertem com um pato
que nada com um deles, no ribeirão.

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Ontem aconteceu um engraçado fato
vi quando pulou na tela da televisão,
assustou se com o barulho de um jato
talvez pensou que fosse um ladrão.

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As vezes zango com eles, mas não bato
os dois são a minha única diversão,
grudam em mim , como um carrapato
acho que pensam que sou deles irmão.


GIL DE OLIVE

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segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Adopção

PhotobucketA adopção é o vínculo que, à semelhança da filiação natural, mas independentemente dos laços de sangue, se estabelece legalmente entre duas pessoas.
Existem dois tipos de adopção, a adopção plena e a adopção restrita.
Distinguem-se fundamentalmente pelos seguintes aspectos:

Adopção Plena

O adoptado adquire a situação de filho do adoptante, integrando-se na sua família, extinguindo-se as relações familiares entre a criança e os seus ascendentes e colaterais naturais;
O adoptado perde os seus apelidos de origem;
Em determinadas condições o nome próprio do adoptado pode ser modificado pelo tribunal, a pedido do adoptante;
Não é revogável, nem mesmo por acordo de ambas as partes;
Os direitos sucessórios dos adoptados são os mesmos dos descendentes naturais.


Adopção Restrita

O adoptado conserva todos os direitos e deveres em relação à família natural, salvas algumas restrições estabelecidas na lei;
O adoptante poderá despender dos bens do adoptado a quantia que o tribunal fixar para alimentos deste;
O adoptado pode receber os apelidos do adoptante, a requerimento deste, compondo um novo nome, em que figure um ou mais apelidos da família natural;
Pode ser revogada se os pais adoptivos não cumprirem os seus deveres;
Pode ser convertida em adopção plena, mediante requerimento do adoptante e desde que se verifiquem as condições exigidas;
O adoptado ou os seus descendentes e os parentes do adoptante, não são herdeiros uns dos outros, nem ficam reciprocamente vinculados à prestação de alimentos.


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Tanto na adopção plena como na adopção restrita podem ser adoptados os menores filhos do cônjuge do adoptante e confiados ao adoptante, mediante confiança, administrativa ou judicial, ou medida de promoção e protecção de confiança com vista à adopção. Podem, ainda, ser adoptados os menores que, à data da entrada do processo em tribunal, tenham idade inferior a 15 anos e inferior a 18 anos se não forem emancipados e tiverem sido confiados aos adoptantes ou a um deles com idade não suprior a 15 anos ou se forem filhos do cônjuge do adoptante.


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Podem ser adoptantes na adopção plena:
Duas pessoas casadas ou em união de facto há mais de 4 anos e não separadas judicialmente de pessoas e bens ou de facto, se ambas tiverem mais de 25 anos;
Uma única pessoa se tiver:
Mais de 30 anos;
Mais de 25 anos, se o menor for filho do cônjuge do adoptante,
Só pode adoptar quem não tiver mais de 60 anos à data em que o menor lhe tenha sido confiado, excepto se este for filho do cônjuge;
A partir dos 50 anos, cuja diferença de idades entre o adoptante e o adoptado não pode ser superior a 50 anos, excepto se o menor a adoptar for filho do cônjuge do adoptante ou em situações especiais.


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Na adopção restrita, podem ser adoptantes:
Pessoas com mais de 25 anos e até 60 anos, se completados à data em que o menor lhes tenha sido confiado, excepto se este for filho do cônjuge.


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Todo este processo leva o seu tempo. A entidade competente, onde foi apresentada a candidatura, procede a uma avaliação social e psicológica do candidato, emitindo a decisão sobre a candidatura num período que não deverá ultrapassar os 6 meses. O candidato seleccionado fica a aguardar proposta de criança a adoptar. Após apresentação desta proposta, existe um período cujo objectivo é o conhecimento e aceitação mútuos entre o candidato e a criança. Quando esta fase é concluída de forma favorável, a criança é confiada ao candidato, ficando em situação de pré-adopção por um período que também não deve ultrapassar os seis meses. Este tempo serve, também, para a entidade competente proceder ao acompanhamento e avaliação da situação. Quando verificadas as condições para realmente ser requerida a adopção é elaborado um relatório que é remetido ao candidato e que deve então acompanhar o pedido de adopção ao Tribunal de Família e Menores da sua área de residência. O processo fica finalmente concluído, quando é proferida a sentença.


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Poderá requerer em qualquer altura, nas seguintes entidades:
Centro Distrital da Segurança Social da sua área de residência;
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, caso resida nesta cidade;
Se residir nos Açores, no Instituto de Acção Social;
Centro de Segurança Social, se residir na Madeira.
Existem impressos próprios para dar início ao processo de adopção


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segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Dia da Criança

PhotobucketApós a 2ª Grande Guerra Mundial, as crianças de todo o Mundo enfrentavam grandes dificuldades, a alimentação era deficiente, os cuidados médicos eram escassos. Os pais não tinham dinheiro, viviam com muitas dificuldades, retiravam os filhos da Escola e punham-nos a trabalhar de sol a sol. Mais de metade das crianças Europeias não sabia ler nem escrever.
Em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres, propôs às Nações Unidas que se comemorasse um dia dedicado a todas as crianças do Mundo.
Os Estados Membros das Nações Unidas, - ONU - reconhecendo que as crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social, necessitam de cuidados e atenções especiais, precisam de ser compreendidas, preparadas e educadas de modo a terem possibilidades de usufruir de um futuro condigno e risonho, propuseram o Dia 1 de Junho, como Dia Mundial da Criança.
Nunca é demais lembrar, até porque poucas vezes isso tem sido feito, quais os direitos que assistem especificamente às crianças, e que estão consagrados na Convenção sobre os Direitos da Criança que foi elaborada em 1989 pelas Nações Unidas, que tiveram em consideração, entre outras coisas, o indicado na Declaração dos Direitos da Criança, adoptada em 20 de Novembro de 1959 pela Assembleia Geral desta Organização, que dizia que “a criança, por motivo da sua falta de maturidade física e intelectual, tem necessidade de uma protecção e cuidados especiais...”.
A ONU reconheceu também que “em todos os países do mundo há crianças que vivem em condições particularmente difíceis e a quem importa assegurar uma atenção especial, tendo devidamente em conta a importância das tradições e valores culturais de cada povo para a protecção e o desenvolvimento harmonioso da criança e a importância da cooperação internacional para a melhoria das condições de vida das crianças em todos os países, em particular nos países em desenvolvimento.”

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CRIANÇA!

Criança, tu és o conforto
Criança, tu és o amor.
Tu, que tens alegria nos teus olhos
E que aos outros ofereces amizade;
Tu, que caminhas
Sem maus pensamentos
E que amas
Sem rodeios Vem...!
Vem comigo.
Dá-me a tua mão.
Criança,
Tu és o símbolo
Do amor
Da paz
E da liberdade.
Tu és o fruto
Da inocência
E da pureza.
Criança
Ajuda-nos a construir
Um mundo bom,
Como tu

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O blog que é destaque aqui este mês
é o blog Fofurinhas,muito lindo lá,
vão conferir,tenho certeza que vão Amar.
Beijo fofurinhas!!!




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quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Ser criança..

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Essa sinceridade de ver tudo como deveria ser..

Essa felicidade de ter alegria nos olhos..

Essa simplicidade de ser símbolo de amor..

De paz.. De liberdade.. De inocência.. De pureza..

Essa realidade de viver num mundo perfeito..

Essa capacidade de inventar o faz de conta..

De viajar em fantasias..

De viver em contos de fadas..

De habitar jardins de alegria..

Esse dom de sorrir

Com risos enfeitiçados de magia..

Esse poder de nascer de novo a cada dia..

Todos temos uma criança dentro de nós..

Eu tenho.. E tu?

Vamos deixá-la despertar para a vida..

Libertar toda a beleza da simplicidade de sentimentos..

Vamos experimentar tudo de uma forma simples..

Em gestos.. Em olhares.. Em sorrisos..

Vamos brincar de celebrar a vida.. A paz.. O amor..

Vamos brincar de ser sinceros..

Vamos brincar de ser capazes de amar..

Vamos brincar de fazer amor..

Vamos brincar de olhar nos olhos..

Vamos brincar de se entregar..

Vamos brincar de ser feliz..

Vamos brincar de viver..

Vamos brincar de ser CRIANÇA...

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sábado, 23 de Maio de 2009

Emoções à flor da pele.

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Este é um artigo que ajuda as crianças a reconhecerem o papel das emoções. Os resultados reflectem-se na relação com os pais, com os amigos e no próprio ambiente escolar.
«Mãe, quero ver televisão». Rita Praça interrompe a conversa com a amiga para dar atenção a Rodrigo. «Vou pedir-te uma coisa, achas que este é o momento mais adequado para veres televisão? A mãe está a conversar, achas que é o mais indicado?» Rodrigo, de seis anos, olha e diz: «Eu queria tanto, mas tens razão, agora não podes. Estás a conversar e se eu ligasse a televisão ia fazer muito barulho. Pronto, vou jogar às espadas e quando acabares deixas-me ver um bocadinho». Ao que a mãe responde, «correcto, acho que é justo e está combinado». A amiga de Rita nem quer acreditar no que acabou de testemunhar. «Ele não fez nenhuma birra? Não se atirou para o chão? Não discutiu?» Nesse momento Rita sentiu-se orgulhosa do filho e cada vez mais consciente da importância da inteligência emocional (IE) no crescimento de uma criança. «Até chegar a esta fase o Rodrigo fez birras como qualquer miúdo, mas conversávamos. É importante explicar aos mais novos por que não podem fazer o que lhes apetece, não é só dizer não fazes porque não quero, isso é horrível, é a antítese da IE», um conceito originalmente defendido pelo psicólogo Daniel Goleman que acredita que «a chave para tomar boas decisões pessoais é ouvir os sentimentos».


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A importância das emoções

Foram os resultados obtidos com Rodrigo que levaram Rita Praça a unir-se a Paula Pinto para juntas formarem uma empresa que coloca em prática as teorias que estão na base desta disciplina. «Em Portugal só agora se começa a em IE, mas no estrangeiro já é comum as escolas proporcionarem no currículo académico a possibilidade da criança desenvolver esta capacidade desde muito cedo como uma actividade extracurricular. É tão normal como a arte dramática ou o teatro para os mais novos, é uma questão de mentalidades», explica Rita Praça.
Mas caso a criança possua uma relação saudável com os pais, tenha facilidade em fazer amigos e boas notas na escola também poderá tirar partido da aprendizagem da IE? «Sim, irá fortalecer as relações interpessoais, as dinâmicas quer com a família, quer com o grupo, e portanto vem criar a capacidade para se tornar cada vez mais sólida naquilo que são as suas bases afectivas e naquilo que é o seu menu emocional, na forma como lida com os outros. Vai criar a possibilidade de, na adolescência, ser mais assertiva e com capacidade de se autonomizar no grupo».
«Crianças e jovens inteligentes emocionalmente conseguem adiar uma recompensa ou fontes de gratificação ao controlar os seus impulsos. Conseguem agir com maior segurança, têm uma melhor adaptação às situações de stress, sendo, como costumo dizer a alguns pais de crianças inteligente emocionalmente, ‘sedutores’, porque sabem como agir, como comunicar com o outro e como transmitir os seus sentimentos», reforça Cristina Camões que chama a atenção dos pais para este conceito. «A família constitui igualmente um espaço no qual poderá ser desenvolvido este tipo de inteligência. Os pais desempenham um papel importante neste processo, já que a família constitui a primeira escola de aprendizagem emocional da criança. Pais e educadores deveriam adoptar um papel activo no treino deste tipo de competências.»

Pais emocionalmente inteligentes

Para os pais que sintam curiosidade em saber algo mais sobre IE já existem workshops denominados Educar Com Inteligência Emocional. «É explicado o que é a IE, o que se faz com as crianças, o que se pode fazer e depois vamos ouvi-los. Queremos saber quais os seus receios e as dificuldades que têm com os filhos. Se fazem birras damos dicas, dizemos para experimentarem isto ou aquilo e para nos dizerem os resultados na próxima sessão. Até podem telefonar, não queremos pais ansiosos», diz Rita Praça, que ensina o que fazer quando os mais pequenos testam a paciência dos pais com grandes birras. «Se está a chorar e a deitar tudo ao chão, a primeira coisa que deve fazer é chegar perto dele, abraçá-lo, dar-lhe um beijo e dizer: ‘estás a fazer uma birra porquê, és tão lindo, adoro-te’. Ele vai pensar: ‘espera lá, não se zangou’. E continuar: ‘és tão lindo que de ti só espero o melhor, mas como estás a fazer uma birra o meu coração está triste’. Eles ficam a olhar para nós, percebem tudo. Depois é só rematar com: ‘tu és capaz de te portar bem, acredito em ti’. Pode não resultar à primeira, mas ao fim de várias tentativas vai ouvir: está bem mãe».

Refeições à prova de birras

A refeição pode ser a altura que as crianças identificam para se portar mal porque sabem que vão criar frustração no adulto e vão despoletar um conflito. Em vez de perder a calma, experimente seguir alguns conselhos. «Normalmente as mães têm uma ansiedade muito grande caso a criança não coma. Se forem saudáveis, vão comendo porque vão crescendo e o peso vai aumentando. Podem não comer tanto como a mãe gostaria, mas provavelmente comem o suficiente. E a ansiedade da mãe passa para a criança que está a ser obrigada a comer», explica Paula Pinto, bióloga e especialista em nutrição. Então o que dizer, ‘se não quiser comer não come? ‘ «Claro que não. As crianças percebem tudo e se começar com o discurso «come, já te disse para comeres, não te levantas da mesa enquanto não acabares ou se não comes a bem comes a mal», tudo o que vai conseguir é que não coma mesmo nada. O que muitas vezes resulta é ler uma história do corpo humano que explique a importância dos legumes, como por exemplo: ‘depois vêm as gripes, mas o legume está lá e defendeu-te’». Os jogos para ver quem acaba primeiro a refeição também resultam. «Existem várias formas de os motivar, mas não existe uma fórmula mágica. Há que respeitar o facto de não gostar mesmo de algum alimento. Por exemplo se não gosta de brócolos, gosta de feijão verde e pode colocar os brócolos na sopa».



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Cinco dicas de orientação emocional

A base da educação – familiar e escolar – é a empatia, ou seja, a capacidade de reconhecer as emoções dos outros, de compreender aquilo que o outro sente e de lhe transmitir consolo. Esta anda de mãos dadas com a negociação e pode ser utilizada tanto pelos pais, como por professores. Eis cinco fases do processo de orientação emocional desenvolvidas por Cristina Camões:
1. Ter consciência das emoções da criança. Os estudos revelam que para os pais poderem saber o que os filhos estão a sentir, devem ter primeiro consciência das suas próprias emoções e só então poderão reconhecê-las nos seus filhos
2. Reconhecer a emoção como uma oportunidade para a intimidade e aprendizagem
A emoção muitas vezes sentida pela criança é negativa, um teste que correu mal, uma traição de um amigo, todas estas experiências negativas podem funcionar como oportunidades excelentes para sentir empatia, para criar intimidade, para ensiná-las a enfrentar e a dar nome aos seus sentimentos
3. Escutar com empatia e validar os sentimentos das crianças. Escutar com empatia nem sempre é fácil, é necessário recorrer à imaginação para ver a situação na perspectiva da criança.
Por vezes revela-se muito mais difícil para os pais, pois quando pensam nas reacções dos filhos pensam como adultos, mas é preciso entender com o coração o que a criança está a sentir
4. Ajudar a criança a classificar verbalmente as emoções. Trata-se de dar nome ou significado às emoções: ‘sentes-te triste’, ‘zangado’, ‘preocupado’. Ao dar significado, o que sentem como assustador revela-se menos incómodo
5. Estabelecer limites ao mesmo tempo que se ajuda a resolver o problema. Ensinar a criança a ter respeito, mostrar-lhe a importância da responsabilidade, no fundo estabelecer limites, à medida que se vai encontrando a solução para o problema. Pode parecer difícil inicialmente, mas com a prática torna-se automático.


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domingo, 17 de Maio de 2009

Autonomia e responsabilidade...

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Fazer com que nossos pequenos filhos/estudantes se tornem jovens responsáveis e
autônomos é uma tarefa que deve começar desde a pequena infância. Estimular a criança a realizar pequenos afazeres é um grande passo para que no futuro ela se responsabilize pelas tarefas de casa, seus brinquedos, seu quarto, dentre outros.
Na escola permita que a criança carregue sua mochila e lancheira, que ela entre
sozinha na sala, retire a agenda da mochila e transmita pequenos recados.
As tarefas de casa também é um dos afazeres que, se bem orientado, gera um grande
aprendizado.

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Como estimular a responsabilidade pelos deveres de casa?
As sugestões a seguir deverão ajudá-lo a cultivar a característica de responsabilidade de seu filho e a evitar problemas com trabalhos escolares que podem ser difíceis de corrigir mais tarde.

Anime a aprendizagem e a responsabilidade na idade pré-escolar.

Escute atentamente a conversa de seu filho. Estimule-o a pensar por si só. Leve seu
filho à biblioteca e leia regularmente para ele. Assistam a programas educativos juntos, e falem sobre eles.

Seja um modelo a ser seguido, que lê, acha a aprendizagem emocionante, gosta
de resolver problemas e tentar coisas novas. Peça a seu filho em idade pré-escolar para que o ajude com os afazeres (por exemplo, limpar a mesa ou guardar a roupa limpa).

Mostre a seu filho que está interessado em seu rendimento escolar.

Pergunte a seu filho como foi o dia na escola.

Observe e faça comentários positivos sobre os trabalhos que seu filho traz para casa.

Louve os pontos fortes de seu filho em seu boletim de notas.

Manifeste interesse pelos livros que ele está lendo.

Ajude-o a freqüentar a escola regularmente; não deixe que ele falte às aulas por doenças de pequena importância.

Freqüente as reuniões escolares entre pais e professores e converse com seu filho sobre elas.

Se estiver desanimado, ao invés de transmitir isto a seu filho, programe uma reunião com o professor.

Apóie as recomendações da escola.

Demonstre respeito tanto pelo sistema escolar quanto pelo professor, pelo menos na
presença de seu filho.

As acusações verbais contra a escola podem gerar em seu filho sentimentos contrários à escola e dar a ele um pretexto para não se esforçar.

Mesmo quando não estiver de acordo com uma política da escola, deverá estimulá-lo a obedecer as regras da escola, assim como precisará obedecer às regras mais amplas da sociedade.

Não se torne responsável pelo dever de casa.

A postura dos pais deve ser a de orientar, tirar eventuais dúvidas, mas jamais fazer por ela.

De acordo com a faixa-etária da criança permita que explore a atividade e a realize com o máximo de autonomia, fazendo com que ela compreenda que é sua responsabilidade terminar a actividade.Isso fará com que acredite que é capaz, elevando sua auto-estima.

Determine um horário para que a lição seja feita.

O facto de ter um horário fixo para a realização das tarefas é um factor que contribui para que os estudantes terminem suas lições de casa.

O melhor horário é aquele que funciona bem para a criança e sua família.Claro que um bom horário depende não só da idade da criança,assim como de suas necessidades específicas.

O lugar para estudar não precisa ter muitas características especiais.O importante é
que tenha boa iluminação e que não haja excesso de ruídos ou qualquer outra coisa que possa distrair o estudante.

Deixe o material à mão.Se possível mantenha os materiais de estudos em um só lugar para que o estudante não necessite ficar se movimentando em busca de um ou outro material, perdendo tempo precioso e favorecendo a dispersão.De preferência, organize esse material em um recipiente ou estojo e peça para a criança reorganizá-lo quando terminar a tarefa.

Demonstre atitudes de valorização do estudo.É importante que as crianças vejam seus pais lendo jornais, livros, revistas,trabalhando com computadores, ou outras tarefas que requeiram esforço de pensamento.É uma excelente atitude conversar com as crianças sobre seu trabalho e sobre as pequenas coisas que se fazem em casa, mas que usam habilidades que estão aprendendo na escola.

Quando você vai ao supermercado e faz uma pesquisa de preços, quando faz o orçamento da casa, mede algum espaço para comprar um material, mede ingredientes seguindo uma receita,responde ou escreve uma carta ou um e-mail, e conversa com as crianças sobre essas tarefas,elas vão percebendo muito mais facilmente a relação daquilo que estudam na escola com a vida fora de seus muros.

Não deixe de comparecer às actividades da escola tais como reuniões de pais e
mestres, apresentações de teatro, eventos esportivos ou participe como voluntário quando a escola solicita a participação dos pais. As crianças sentem que escola e família possuem um vínculo estreito e que ambas trabalham em conjunto,procurando objectivos comuns.

Queremos que nossos filhos se tornem seres sociais, úteis e produtivos e que se
apropriem de certos valores e atitudes positivas frente à vida. Uma das maneiras de conseguir isso é buscar a cooperação, é fazê-los sentir que são parte de um grupo que os quer muito bem: a família; que os valorizamos como pessoas e como tal é preciso que assumam responsabilidades.

Outro modo de conseguir que eles cumpram certas tarefas é utilizar a
recompensa. Mas, será que a recompensa os ajudará a fixar atitudes e convicções
duradouras?

O método da colaboração e responsabilidade requer tempo, paciência, interesse e
esforço por parte dos pais. Necessita que se pense na família como uma equipe, ou um grupo,em que cada qual tem suas obrigações a cumprir, igualmente importante de modo que cada pessoa nessa equipe e sua cooperação são valiosas e necessárias para conseguir o bem estar de todos.

Ao contrário, a recompensa é um método que implica muito pouco esforço por parte
dos pais. Quando premiamos ou recompensamos a conduta de nossos filhos, estamos
condicionando-os a que se "comportem bem" unicamente para ser premiado. Não os estamos educando para compreender e internalizar o valor da "boa conduta" e seus benefícios. É claro que no método da colaboração e responsabilidade também existe recompensa. Essa recompensa é muito mais sutil e está no sorriso de aceitação, de orgulho, de carinho, do pai ou mãe quando o filho assume e cumpre algo com responsabilidade, que o faz sentir-se um membro querido da família; o sentimento de pertencer e de ser querido e aceito por suas atitudes.

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quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Crianças muito especiais

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Desde a década de 70, pedagogos, psicólogos e outros estudiosos da vida infantil começaram a perceber características especiais, bastante diferentes e intrigantes em algumas crianças. Entre essas características, destacavam-se comportamentos como rebeldia, agitação e dificuldade em prestar atenção. E tal fenómeno foi registado em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo, ou seja, em vários pontos do planeta essas características eram comuns a diversas crianças.


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Como era de se esperar, psicólogos, pedagogos e estudiosos em geral ocuparam-se em pesquisar tais características e porque se tratava de crianças rebeldes, atrevidas, que fitam nos olhos e fazem exactamente o que bem entendem, crianças que não se submetem, sob hipótese alguma a quaisquer orientações, especialmente se impostas, concluíram, em princípio, que essas crianças eram portadoras de Transtorno do Deficit de atenção (TDA) e/ou Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperactividade (TDAH).O diagnóstico de TODA e TDAH conferido a essas crianças fez com que laboratórios tentassem sintetizar substâncias químicas, que actuando no sistema nervoso central e na rede de neuro-comunicações, as tornassem dóceis e afáveis.
Surgiram, então, vários produtos e entre eles tornou-se célebre, a “RITALINA”, que também foi chamada de “DROGA DA OBEDIÊNCIA”. A criança que é submetida a esse tratamento, muda realmente de comportamento. Não se torna dócil, torna-se obediente. Não se torna afável, faz-se submissa.


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Cada vez mais o assunto crescia, então, os estudiosos começaram a observar que essas crianças TDA, TDAH,
Investigadores tiveram a ocasião de observar que são crianças irrequietas, mas não necessariamente portadoras de patologias. Então entenderam que existem as crianças TDA, as crianças TDAH e existem, outras crianças com aquelas características, mas não patológicas, não doentes. São crianças rebeldes, mas não são doentes. Necessitam de uma nova orientação psicológica, e uma nova metodologia educacional.
Em Maio/99, Lee Carroll e Jan Tober, ambos escritores e palestrais norte-americanos sobre auto-ajuda, publicaram o livro “The Indigo Children” (As Crianças Índigo), nele narrando suas observações sobre essas crianças. Antes deles, foi Nancy Ann Tape, uma sua conhecida, parapsicóloga, também americana, quem primeiro (desde 1980) cunhou a expressão “crianças índigo”, com base na cor por ela observada na aura de crianças que de alguma forma se destacavam das demais. Possuem uma aura, uma irradiação em uma tonalidade muito especial, em um azul forte, na tonalidade índigo. Essa tonalidade advém de uma planta da índia, que passou a dar a cor dos blue jeans e de outros tecidos.


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Nancy escreveu um livro narrando suas observações: Understandig Your Life Through Color – Entendendo sua vida através da cor. A partir daí, tais crianças também passaram a ser denominadas de “Crianças da Luz”, “Crianças do Milénio”, “Crianças Estrela”, “Meninos Índigo”.
A estrutura cerebral das crianças índigo é diferente. Como possuem os hemisférios esquerdo, menos desenvolvido, e direito, mais desenvolvido, vão além do plano intelectual e brilham no que diz respeito ao plano comportamental. Elas nos ajudarão a mudar dois paradigmas da humanidade:
1. Elas nos ajudarão a tornar a sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira, com maior confiança nos inter-relacionamentos, diminuindo o distanciamento entre o PENSAR e o AGIR. Hoje, na nossa sociedade, frequentemente pensamos de uma forma e agimos de outra. Essas crianças vão nos induzir a diminuir este distanciamento.
2. Elas também nos ajudarão diminuir o egoísmo, a Inveja, as exclusões, através da mudança de foco do EU para o PRÓXIMO. Restabelecendo a autenticidade e confiança da humanidade, passamos respeitar e considerar mais o PRÓXIMO do que a nós mesmos. E o resultado será maior solidariedade e partilha.
Questionarão e transformarão as entidades rígidas que as circundam. Começando pela Família, com suas imposição de regras, sua falta de tempo de dedicação, sua falta de autenticidade e de explicações, falta de informação, de escolha e de negociação.
A criança precisa de opções, relações verdadeiras e muita negociação. Não adianta tentar enganá-las porque elas têm uma "intuição" para perceber as verdadeiras intenções e não têm medo. Portanto, intimidá-las não traz resultado, porque elas sempre encontrarão uma maneira de obter a verdade. Elas percebem as verdadeiras intenções e as fraquezas dos adultos.


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Os Índigos também questionarão a Escola, com seu modelo de ensino imposto, sem muita interacção, sem escutar e sem a participação dos estudantes, o que é incompatível com os Índigos. Desse modo, esse conflito costuma ser maior que o conflito existente com a Família, principalmente pela falta de vínculos afectivos ou amor.
Tendo uma estrutura mental diferente, as crianças índigo resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo actual de ensino.
Desse modo através do questionamento, elas influenciarão todas as demais entidades, tais como: Mercado de Trabalho, Cidadania, Relações Interpessoais, Relações Amorosas e Instituições Espirituais, pois elas são essencialmente dirigidas pelo hemisfério direito.


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Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e frequentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima, falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Temos muito a aprender com elas).


Características comuns apresentadas por uma criança índigo:

-Elas nascem, sentem-se (e agem) como nobres;

- Acreditam merecer estar nesse mundo e se surpreendem quando as outras pessoas não pensam da mesma maneira;

- Tem dificuldades em lidar com autoridades absolutas (sem explicação ou possibilidade de questionamento);

- Recusam-se a desempenhar determinadas tarefas. Esperar em uma fila por exemplo, é algo difícil para elas.

- Frustram-se com sistemas ou tarefas que seguem rotinas rituais repetitivos em que não possam usar criatividade;

- Costumam identificar maneiras mas eficazes de fazer as coisas tanto em casa quanto na escola, o que as torna verdadeiras “destruidoras de sistemas” (não se adaptam a qualquer tipo de convenção).

Parece não se relacionar bem com pessoa alguma que não seja igual a elas. Se não encontrarem ninguém com quem possam compartilhar suas ideias e opiniões fecham-se e sentem-se incompreendidas. A escola normalmente é uma experiência difícil para elas em termos sociais.

- Não respondem a técnicas de disciplina associadas a culpa ( “espere só até a hora em que seu pai chegar e ver o que você fez”);

- Não tem vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.

- Tem alta sensibilidade;
- Tem excessivo montante de energia;
- Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração;
- Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela;
- Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada;
- Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática;
- Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes ideias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objectivo final;
- Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes;
- Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse;
- São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados;
- Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente;


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Veremos agora uma pequena relação dos tipos índigo constatados:
(O texto abaixo refere-se aos tipos de índigo e foi 100% extraído do livro “Crianças Índigo” de Lee Carroll e Jan Tober Ed. Butterfly)

1-HUMANISTAS: São do tipo que trabalham com as massas. Serão os médicos, advogados, vendedores, professores, executivos, e políticos, de amanhã. Hiperactivos e extremamente sociáveis, conversam com todos com todos, são sempre muito simpáticos e tem opinião própria. Podem agir de maneira estranha, pois sendo hiperactivos acabam às vezes batendo contra uma parede, por exemplo, por se esquecer de parar. Não conseguem brincar com um brinquedo apenas. Têm de tirar todos do armário, nem que seja só para ficar olhando para eles. São do tipo que precisa ser constantemente lembrado de seus deveres, como organizar seu quarto, pois são capazes de iniciar a limpeza, mas, ao verem um livro, sentam-se para ler, ficam completamente distraídos e se esquecem do que estavam fazendo. Aliás os humanistas são leitores vorazes .Ontem eu estava em um avião e um índigo de três anos estava fazendo barulho ao meu lado até que sua mãe lhe deu um folheto de regras de segurança de voo para ler. Ele parou, sentou-se, abriu o folheto e começou a olhar as figuras com ar muito sério como se estivesse lendo o texto com muita atenção. Ficou ali, quieto durante uns cinco minutos. Obviamente não conseguia ler, mas parecia mesmo estar lendo; o típico índigo humanista.

2- CONCEITUAIS: Interessam-se mais por projectos do que por pessoas. Serão os engenheiros, arquitectos, designers, astronautas, pilotos e oficiais militares do futuro. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães, se forem meninos e seus pais, se forem meninas. E quando conseguem podem ter grandes problemas. Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente as drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem”não quero que entrem no meu quarto” é porque há algo errado.

3-ARTISTICOS:Costumam ser mais sensíveis e mais acanhados em estatura do que os outros tipos. São muito criativos e serão provavelmente professores e artistas. Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudam medicina por exemplo, podem virar cirurgiões ou pesquisadores.
Quando decidem estudar teatro, tendem a se tornar excelentes actores. Entre os quatro e dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas por apenas cinco ou dez minutos, deixando-os de lado e para procurar outros.
Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de musica a nuca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis instrumentos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir e se especializarem um deles.

4- INTERDIMENSIONAIS: são fisicamente mais desenvolvidos, que os outros índigo e já aos dois anos respondem a tudo dizendo:”Eu sei e posso fazer sozinho. Deixe-me em paz”.Trarão novas filosofias e religiões ao mundo. Podem ser briguentos por causa do seu tamanho e por não se encaixarem na sociedade como os outros tipos.
Por fim gostaria de acrescentar para os pais, educadores, pessoas que de alguma forma actuam com crianças e adolescentes:

Temos muito a aprender com essas crianças, no máximo poderemos orientar como nosso mundo é... pois o resto, elas próprias nos orientarão como deveremos agir e recriar um novo mundo!


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CRIANÇAS CRISTAL

Seguindo as crianças Índigo, na década de 80 começaram a chegar as Crianças Cristal, que segundo os estudiosos, vieram para completar o trabalho das Crianças Índigo, renovando e construindo uma nova terra. Estão chegando para quebrar velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.

Dicas dos estudiosos para reconhecer uma Criança Cristal:

Elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebés. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contacto e o reconhecimento foram feitos.
É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica.
Frequentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afectada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
Temos que prestar muita atenção a essas crianças e mudar nosso comportamento, nossa maneira de lidar com elas. Buscar aprender com elas, mas também estar prontos para orientá-las, dar todo apoio que se fizer necessário.
Tem acontecido de muitos profissionais e/ou pais considerarem tais crianças como superdotadas, que estão prontas, que sabem tudo, portanto não necessitam de orientação, de educação. É um equívoco.
As crianças Índigo e Cristal são um grande desafio para psicólogos, psicopedagogos, pais, professores, para a sociedade de uma maneira geral. Vamos enfrentar esse desafio com muita seriedade, muita responsabilidade e muita alegria porque são essas crianças que vão nos ajudar a tornar o nosso mundo muito melhor.



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domingo, 3 de Maio de 2009

Dia da Mãe

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Dia da mãe ? Mas por quê?
Pois se ela, todo o ano,
nos dá amor e carinho,
nos ampara, nos afaga
e nos dá tudo o que tem.

Sim, por que só nesse dia
nós lhe mostramos interesse?
A mãe merece presentes,
merece beijos, abraços,
carícias e muito mais.

Por isso nós dia a dia
vamos-lhe passar a dar,
com bondade, amor profundo.

Tendo sempre em pensamento,
seja qual for o momento,
que nenhum de nós sem ela
estaria agora no mundo.

(Humberto Reis)

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